sábado, 22 de agosto de 2009

Doe Sangue

Por favor, DOE SANGUE para Rafaela de Andrade Souza
Tipo de Sangue: O+ (O positivo)
Local: Hospital Santa Isabel, Serviço de Transfusão de Sangue (STS)
Rua do Limoeiro, 179 Nazaré

Orientações para doadores de sangue

Há critérios que permitem ou que impedem uma doação de sangue, que são determinados por normas técnicas do Ministério da Saúde, e visam à proteção ao doador e a segurança de quem vai receber o sangue.

O doador deve...
- trazer documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira do conselho profissional ou carteira nacional de habilitação);
- estar bem de saúde;
- ter entre 18 e 65 anos;
- pesar mais de 50Kg;
- não estar em jejum; evitar apenas alimentos gordurosos nas 4 horas que antecedem a doação.

Impedimentos temporários
- Febre
- Gripe ou resfriado
- Gravidez
- Puerpério: parto normal, 90 dias; cesariana, 180 dias
- Uso de alguns medicamentos
- Pessoas que adotaram comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis


Cirurgias e prazos de impedimentos
- Extração dentária: 72 horas
- Apendicite, hérnia, amigdalectomia, varizes: 3 meses
- Colecistectomia, histerectomia, nefrectomia, redução de fraturas, politraumatismos sem seqüelas graves, tireoidectomia, colectomia: 6 meses
- Ingestão de bebida alcoólica no dia da doação
- Transfusão de sangue: 1 ano
- Tatuagem: 1 ano
- Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina


Impedimentos definitivos
- Hepatite após os 10 anos de idade
- Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas
- Uso de drogas ilícitas injetáveis
- Malária

Intervalos para doação
- Homens: 60 dias (até 4 doações por ano)
- Mulheres: 90 dias (até 3 doações por ano)

Doe sangue com responsabilidade
Você sabe o que é janela imunológica? É o período entre a contaminação da pessoa por um determinado agente infeccioso (HIV, hepatite...) e a sua detecção nos exames laboratoriais.

No período da janela imunológica, os exames são negativos, mas mesmo assim o sangue doado é capaz de transmitir o agente infeccioso aos pacientes que o receberem.

A sinceridade ao responder as perguntas do questionário que antecede a doação é importante para evitar a transmissão de doenças aos pacientes.


Nunca doe sangue se você quiser apenas fazer um exame para AIDS. Neste caso, procure um Centro de Testagem Anônima e gratuita.

Informe-se pelo Disque-Saúde: 0800-61-1997 ou pelos Centros de Testagem Anônima.

Cuidados pós-doação
- Evitar esforços físicos exagerados por pelo menos 12 horas
- Aumentar a ingestão de líquidos
- Não fumar por cerca de 2 horas
- Evitar bebidas alcóolicas por 12 horas
- Manter o curativo no local da punção por pelo menos de 4 horas
- Não dirigir veículos de grande porte, trabalhar em andaimes, praticar paraquedismo ou mergulho

Em caso de dúvidas, entrar em contato com o Serviço de Hemoterapia do INCA pelo telefone
2506-6021 / 2506-6580 / 2506-6064.




Perguntas freqüentes sobre doação de sangue

- Doar sangue engorda ou faz emagrecer?
Ao doar sangue você não engorda nem emagrece.

- Doar sangue engrossa ou afina o sangue?
Não engrossa nem afina o sangue, é apenas um mito.

- Doar sangue vicia?
Não. A doação de sangue não está relacionada a nenhuma dependência.

- É preciso algum documento de identidade?
Sim. O candidato deve apresentar documento original com foto, expedido pelo órgão oficial. Exemplos: Carteira de Identidade (RG ou RNE), Passaporte, Carteira de Trabalho, Carteira de Identidade de Profissional, Carteira Nacional de Habilitação com foto e Certificado de Reservista.

- Fiz uma tatuagem há um ano. Posso doar?
Sim. Quem fez tatuagem há mais de um ano pode doar sangue.

- Há substituto para o sangue?
Não. Ainda não há nenhum substituto do sangue.

- O que é sangue universal?
Hoje sabemos que não existe sangue universal. Todas as pessoas têm características diferentes e por isso, quando necessitam de transfusão de sangue, precisamos fazer exames pré-transfusionais independente do grupo sangüíneo do doador e do receptor.

- O que é feito com o sangue que doamos?
Após a coleta, a bolsa coletada é fracionada em componentes sangüíneos (concentrado de hemácias, de plaquetas e plasma). Esses componentes são liberados para uso somente após o resultado dos exames. As unidades que apresentam reatividade sorológica são descartadas. Uma única unidade doada pode beneficiar três pacientes.

- O que é sangue raro?
É um sangue com característica especifica de baixa freqüência na população e algumas vezes, pode ser uma característica familiar.

- O que se consegue em troca da doação de sangue?
A satisfação de beneficiar pessoas que não têm outra opção e dependem do gesto de pessoas como você para se sentir melhor.

- Tomei vacina para Hepatite B. Posso doar sangue?
A vacinação para Hepatite B impede a doação por 48 horas.

- A mulher pode doar sangue durante o período menstrual?
Sim.

- Doar sangue dói?
Não.

- O que acontece se uma pessoa que não sabe se está anêmica quiser doar sangue?
O candidato à doação é atendido por um profissional do Serviço de Hemoterapia, que realiza um teste rápido para verificar se o doador está ou não anêmico.

- O que são situações de risco acrescido para se transmitir doenças através da doação de sangue?
Ter múltiplos parceiros sexuais ocasionais ou eventuais sem uso de preservativo, usar drogas ilícitas, ter feito sexo em troca de dinheiro ou droga, ter sido vítima de estupro, ser parceiro sexual de pessoa que tenha exame reagente para infecções de transmissão sexual e sangüínea, ter parceiro sexual que pertença a alguma das situações acima, dentre outras.

- O uso de medicamento pode impedir alguém de doar?
O uso de medicamento deve ser analisado caso a caso. Portanto, antes de doar consulte o Serviço de Hemoterapia.

- Quanto tempo dura a doação?
O procedimento todo (cadastro, aferição de sinais vitais, teste de anemia, triagem clínica, coleta do sangue e lanche) leva cerca de 40 minutos.

- Quanto tempo leva para o organismo repor o sangue doador?
O organismo repõe o volume de sangue doado nas primeiras 24 horas após a doação.

- Quem está fazendo regime para emagrecer ou dieta pode doar sangue?
Sim. Dietas para emagrecimento não impedem a doação de sangue, desde que a perda não tenha comprometido a saúde.

- Quem estiver fazendo tratamento homeopático pode doar sangue?
Sim.

- Quem estiver fazendo tratamento com algum antibiótico pode doar sangue?
Depende do porquê a pessoa está tomando antibióticos. Em linhas gerais, para infecções simples e sem complicações, o doador deve aguardar 15 dias após a última dose do antibiótico para doar sangue. Infecções mais graves como pneumonia, meningite, entre outras, podem necessitar de um tempo maior para liberação do candidato à doação.

- Quem estiver fazendo tratamento com algum antiinflamatório pode doar sangue?
Dependendo do motivo, a doação pode ser realizada normalmente. Não se esqueça de informar o nome do antiinflamatório que você esta tomando.

- Quem faz tratamento para acne pode doar sangue?
Dependendo do motivo, a doação pode ser realizada normalmente. Não se esqueça de informar o nome do antiinflamatório que você está tomando.

- Quem tomou analgésico pode doar sangue?
Pode, mas é importante que no dia da doação o doador esteja sem dores.

- Grávidas podem doar sangue?
Não. Mas se o parto for normal, a mulher pode doar depois de 3 (três) meses. Em caso de cesariana, 6 (seis) meses. Se estiver amamentando, aguardar 12 meses após o parto.

- É necessário estar em jejum para doar sangue?
O doador tem que estar alimentado e descansado, evitar alimentação gordurosa nas 4 (quatro) horas que antecedem a doação.

- Quem está gripado pode doar sangue?
Recomenda-se aguardar 7 (sete) dias após a cura para poder doar.

- Quem tem diabete pode doar sangue?
Se a pessoa que tenha diabetes estiver controlando apenas com alimentação ou hipoglicemiantes orais e não apresente alterações vasculares, poderá doar. Caso ela tenha utilizado insulina uma única vez, não poderá doar.

Fonte: http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?ID=119

domingo, 3 de agosto de 2008

JUVENTUDE E SAÚDE

Os adolescentes e jovens têm o direito de conhecer e utilizar a rede de proteção ao seu desenvolvimento saudável que é o Sistema Único de Saúde – SUS. Como cidadãos eles têm direitos ao acesso a serviços de saúde capazes (e desejosos) de atender às suas necessidades de pessoas que estão crescendo e se desenvolvendo e a seu direito de participar no planejamento e avaliação das ações desenvolvidas nos serviços de saúde para eles.

ABAIXO: PORTAL DA SAÚDE
www.portal.saude.gov.br/portal/saude/cidadao/area.cfm?id_area








A juventude e a Aids


"O HIV/Aids é atualmente uma grande ameaça à vida dos jovens. Cerca de metade dos novos casos de contaminação ocorre na faixa etária de 15 a 24 anos. Nos países mais atingidos pela epidemia, há uma projeção de que quase 75% das pessoas que hoje têm 15 anos podem vir a morrer de doenças decorrentes da Aids. Contudo, os jovens representam uma janela de oportunidades para reverter as taxas de incidência do HIV, especialmente se tiverem conhecimento de programas de prevenção eficazes antes de assumirem comportamento de risco."

FONTE: www.usinfo.state.gov/journals/itgic/0105/ijgp/goldman.htm/
SUGESTÕES DE ATIVIDADES QUE PODEMOS DESENVOLVER

1. OFICINA DE AFETIVIDADE E SEXUALIDADE PARA OS ADOLECENTES, PAIS E RESPONSÁVEIS.
2. VISITA A CENTROS DE SAÚDE DO BAIRRO.
3. ORGANIZAR UM BATE-PAPO COM A ASSISTENTE SOCIAL, A NUTRICIONISTA E A PSICÓLOGA DO CENTRO DE SAÚDE DO BAIRRO.4. VERIFICAR JUNTO AO POSTO DE SAÚDE DO BAIRRO QUAIS OS SERVIÇOS OFERECIDOS E POSSÍVEIS AOS ADOLESCNTES E JOVENS DA COMUNIDADE, E COMO A TURMA DO SEU COLETIVO PODE PARTICIPAR.
É IMPORTANTE LEMBRAR QUE O PROTAGONISMO JUVENIL É ESSÊNCIAL PARA O SUCESSO DE QUALQUER ATIVIDADE QUE DIZ RESPEITO A ADOLESCENTES E JOVENS.





PLANEJAMENTO E O MÉTODO VER, JULGAR, AGIR

OS PASSOS
Eis os passos para fazer um planejamento participativo:

O PLANEJAMENTO
A primeira preocupação será a de motivar a comunidade. O planejamento não é idéia e ação de uma ou mais pessoas, mas de toda uma comunidade que sente a necessidade de planejar a ação pastoral. É fundamental a presença de uma boa coordenação que procure harmonizar e fazer acontecer o processo, sem andar na frente e fazer pelos outros.

A preparação do grupo é importante (capacitação metodológica). É preciso ajudar as pessoas a se prepararem para que possam se sentir sujeitos do processo. A constituição de alguns organismos facilita muito a caminhada. Lembremos, por exemplo, de organismos como as Assembléias, os Conselhos de Pastoral, as equipes de serviço, etc.
Mesmo que o planejamento seja um processo contínuo, ele possui os seus tempos. É importante haver, ao menos como base, um prazo definido para começar e terminar. A coordenação do planejamento pastoral deve registrar por escrito todos os passos realizados. O resultado final desse trabalho será praticamente o Plano de Pastoral.

B. VER A REALIDADE
Jamais se começa uma ação pastoral ou um planejamento do zero. É preciso conhecer adequadamente a realidade a ser evangelizada. Nessa realidade já encontraremos muitos sinais da ação de Deus. Ver a realidade significa buscar conhecer a sociedade e a Igreja que realmente temos. Com isso, vamos construindo um “marco da realidade”.
É preciso ver a realidade com o olhar de Deus, um olhar que tem como objetivo a Salvação, ou seja, a transformação da realidade. A caridade pastoral direcionará este olhar. Será muito útil definir alguns enfoques de análise como, por exemplo, analisar a realidade da sociedade e da Igreja; analisar aspectos que formam a realidade como, por exemplo, aspectos pessoais, sociais, políticos, econômicos, religiosos, experiências anteriores, interferências externas, etc.

C. JULGAR E ILUMINAR A REALIDADE
É o momento de refletir sobre a sociedade e a Igreja que queremos (construção de um “marco doutrinal”). Julga-se a realidade com os olhos de Deus, tendo como base a Palavra de Deus, a Tradição da Igreja, os valores da nossa Fé, etc.
Compara-se a realidade vista no momento anterior com as idéias e valores do Reino. Tudo isto nos ajuda a discernir os desafios da nossa ação evangelizadora (que podem ser considerados tanto como oportunidades, ameaças ou apelos), relacionar as urgências e prioridades e determinar o que queremos fazer.

D. FIXAR O OBJETIVO GERAL
Do encontro entre o que temos (marco da realidade) e o que queremos ter (marco doutrinal), nasce o objetivo geral, elemento integrador de toda a atividade pastoral. O objetivo geral deve ser elaborado em sintonia com as diretrizes da ação evangelizadora da Igreja no Brasil, do Regional, da nossa Diocese, da Paróquia, etc.

E. AGIR NA REALIDADE
É o momento de selecionar e programar as atividades. Esta programação deve ser caracterizada pela unidade, criatividade, visibilidade e objetividade. A escolha de prioridades deve sempre estar em harmonia com o objetivo geral. É importante, neste momento, reforçar e criar estruturas e espaços que garantam a possibilidade de se realizar aquilo que se está programando.
Da mesma forma é precisodefinir as responsabilidades a serem assumidas. Nesse momento, temos praticamente pronto o Plano de Pastoral. Este plano deve ter um prazo de vigência e ser muito bem divulgado para toda a comunidade.

F. AVALIAR O PLANEJAMENTO
O processo de planejamento é contínuo, e contínua deve ser também a avaliação. Todas as etapas do processo de planejamento devem ser avaliadas. Mas, uma vez definido e colocado em prática o plano de pastoral, é preciso definir momentos específicos para a avaliação do próprio plano. É fundamental uma atitude de abertura às críticas, sugestões, etc.

G. RETOMAR O PLANEJAMENTO
É o que garante que o planejamento pastoral se torne verdadeiramente um processo contínuo e nãosomente um momento da vida de uma comunidade, de uma pastoral ou de um movimento eclesial. Ao retomar o planejamento, já estaremos começando a preparar um futuro plano.

PARA REFLETIR
1. O que podem significar, para você, afirmações como estas:
“mais importante que os resultados futuros de um planejamento pastoral, é o próprio processo de planejamento”;
“no planejar já se está evangelizando e se evangelizando”;
“o planejamento reflete a Igreja que somos e ao mesmo tempo edifica a Igreja que devemos e podemos ser”.


FONTE: JORNAL MISSÃO JOVEM
http://www.pime.org.br/missaojovem/mjigrejabrasilproposta.htm

DINÂMICA PARA TRABALHOS EM GRUPOS


A Reunião


Foto: Norberto C. de Andrade


A reunião é o momento importante da vida do grupo. É no processo de reunião que o grupo nasce, cresce e amadurece. É o lugar do encontro das pessoas para partilha da vida, para comungar a mística cristã, para assumir como sujeitos de aprendizagem no processo a ser vivido na dinâmica interna do grupo e atitudes e posturas frente à realidade, motivado pela mística cristã. Aqui apresentamos alguns pilares que ajudam a criar a dinâmica da formação sistemática para um rito semanal ou quinzenal da reunião. Os ritos são importantes para manter o grupo.
1. Acolhida - Dê atenção especial para a chegada das pessoas, os cumprimentos a cada um/a, ajudam a criar um clima de confiança e intimidade. A preparação do local com antecedência, de modo a comunicar o tema, é algo que ajuda o grupo a concentrar. Um canto, ligado ao tema, uma saudação alegre. A pessoa que anima diz algumas palavras que sintetizem o objetivo do encontro/reunião para que todos/as vão se apropriando do tema.
2. Relembrando o encontro anterior - É o lugar da memória do grupo. Lembrar os pontos mais importantes que foram tratados, lembrar as decisões tomadas e cobrar as atividades que foram distribuídas entre os membros do grupo.
3. Olhando a nossa realidade - Considerar que a reunião parte da vida concreta dos jovens, situar no ambiente onde vive (escola, bairro, zona rural, indígena, ribeirinha, universidade e as demais situações que vêm os jovens). É o momento de perceber, ou “tirar a trave do olho”.a. Técnica/exercício - A tarefa deste momento e provocar um tema, um conteúdo a partir de uma dinâmica em que todos/as o(a)s participantes possam ser envolvidos.b. Aprofundando o resultado da ténica/exercício - o primeiro momento é dedicado a escutar os sentimentos vividos e o segundo momento o que aprendemos com o exercício vivido? Importante anotar as descobertas feitas a partir do tema trabalhado.
4. Confronto com a vida de Jesus/Palavra de Deus a. É um momento de estudo e depois de confronto das atitudes de Jesus diante de um fato semelhante ao vivido pelo jovem. A iluminação bíblica ajuda para assumir em sua vida a mística cristã, os valores evangélicos.b. Não é uma tarefa fácil. É preciso uma pesquisa anterior sobre o texto lido, ou algumas indicações que ajudem a aprofundar e a estudar o texto sugerido.
5. Assumindo o compromisso com a vida nova - Considerar o caminho percorrido dos/as participantes, propor atitudes a serem cultivadas no grupo e como grupo na semana. Tratar de ver a realidade, perceber nela os apelos de Jesus e do seu Reino para assumir uma atitude nova, cristã. Ir construindo seu Projeto de Vida pessoal em sintonia com o Projeto de Jesus.a. É o momento de tomar postura frente à realidade como grupo. Considerar desde atitudes pessoais e ações grupais.
6. Celebrar a vida - oração - Celebrar o que foi descoberto, experimentado torna-se oração. É o momento de contemplação do Amor de Deus para com a humanidade. Este momento não pode ser um ato mecânico de rezar um Pai Nosso e uma Ave Maria. Despertar o gosto pela oração. Não ser longa. Ser criativa.
7. Avaliar - rever a renião - Perceber com o grupo se o objetivo foi alcançado, retomar como grupo as ações assumidas e não assumidas na vida das pessoas e perceber outros recursos para ajudar a tornar a reunião sempre mais agradável.
8. Preparar o próximo encontro - É o momento de recordar o grupo o plano do grupo para o mês, distribuir as tarefas, informar sobre a vida da comunidade mais ampla e outras informações e despedidas.



Fonte: Adaptação do Roteiro de Como Iniciar um grupo de jovens, volume 1 CAJU (casadajuventude.org.br)
SEGUE ABAIXO O ENDEREÇO PARA PESQUISAR MAIS DINÂMICAS E OUTROS SUBSÍDIOS

sábado, 15 de março de 2008

POR QUE NÃO EU

Dizer não. Omitir ação. Não tomar partido. Tudo isso pode ser uma maneira de aceitar uma situação, de querer justificar uma incapacidade de inferir e o pior, há quem sempre tem um não para a solidariedade, pro bem-comum, pra o fortalecimento da cidadania e nada faz quando se é necessário. Estou me cansando de ouvir e ver atitudes em favor da corrupção e destruição da dignidade da pessoas, mais precisamente das pobres e com baixa ou quase ausência de formação sócio-cultural. É emissora de tv, é visinho, é um certo profissional, é "representate popular" (políticos), há sempre alguém se beneficiando da misésria humana. E tem muito mais gente que paga energia para assistir tudo isso. Qual é a opção que temos? Continuar fingindo boa condição? Não deixar de dar "ibope" as marcas e aos programas que vendem corpos belos, sarados, maltratados, desiludidos e enganados ou ser um crítico. Por quê eu não posso escolher e exigir o melhor, sem que isso seja impossível ao outro? eu prefiro metamorfosear-me no movimento crítico da maturação da essência da cidadania.

domingo, 9 de março de 2008

Uma Homenagem aos Heróis Vivos, Ocultos e do Bem-comum



Para garantir a felicidade, a esperança e o dia seguinte – de subsistência e sobrevivência – pessoas criam, no seu imaginário, contos para amenizar as dores do dia sofrido. No dia de festa, um deprimido, na segunda-feira, um desempregado, por enquanto, um rapaz virgem, num dia de chuva, um pescador, todo dia, uma mãe, em dia de missa, uma freira e a qualquer tempo, uma prostituta.

Comecei a escrever um livro sobre pessoas que, assim como eu, são apaixonadas pela vida e faz disso a sua meta. Pense nisto!

Sobre A redução da Menor Idade, você prefere...

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